Bicicletada de Maceió
TODA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA DO DO MÊS, ÀS 18 h, EM CIMA DO VIADUTO APRÍGIO VILELA (em frente à Atlântica Motos).
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O QUE É A BICICLETADA?
A Bicicletada é um movimento político, apartidário e sem líderes, em busca de uma sociedade mais humana, mais saudável, mais justa e igualitária. Não é apenas um passeio, nem um simples grupo de ciclistas cobrando dos governantes a construção de ciclovias. O que a Bicicletada propõe é uma mudança profunda na maneira de pensar e agir das pessoas. Tenta transformar o pensamento egoísta e individualista presente na sociedade num senso de coletividade e respeito ao próximo.
UM POUCO DE HISTÓRIA...
Antes da invenção do automóvel, as cidades tinham dimensões humanas. Seus limites geográficos não cresciam mais do que as pessoas pudessem alcançar a pé ou com a utilização da tração animal. Após a Revolução Industrial, novos veículos foram introduzidos no meio urbano, como o trem, o bonde e, posteriormente, o automóvel.
A partir do início do século XX, com a popularização do automóvel, atribuída a Henry Ford, possibilitando sua produção em grande quantidade e a baixo custo, por meio da utilização do artifício da “linha de montagem”, as cidades norte-americanas e, posteriormente, as brasileiras sofreram grande mudança em sua organização espacial e, consequentemente, na paisagem.
(1) Xangai, China (2) Viaduto Costa e Silva, São Paulo
Rodovias substituíram as ferrovias e os ônibus urbanos substituíram os bondes. O automóvel passou a ser visto como um símbolo de liberdade e modernidade. Imaginava-se que, no futuro, cada cidadão possuiria seu próprio veículo para se deslocar.
A partir de então, as cidades passaram a crescer horizontalmente, extremamente dependentes do motor, com as pessoas morando cada vez mais distantes umas das outras. Sem qualquer planejamento urbano que associasse a infraestrutura de transportes à ocupação urbana, o transporte público se tornou ineficiente e o sonho de possuir seu próprio automóvel passou a fazer parte do objetivo de vida de cada brasileiro.
Associado a isso, inúmeras propagandas conseguiram introduzir na mente das pessoas o fetiche do automóvel, mostrando-o não apenas como um meio de transporte, mas como um símbolo de liberdade, poder e ascensão social. Aqueles que não possuem um automóvel são vistos como seres de segunda categoria que, pela lógica Capitalista, ainda não trabalharam o suficiente em suas vidas para adquirir um carro.
A lamentável visão da sociedade.
No final do século XX, com a estabilização da moeda brasileira e as facilidades de crédito, a frota brasileira de automóveis (e motocicletas) cresceu (e continua crescendo) exponencialmente. As cidades passaram a apresentar problemas que diversos autores (como Jane Jacobs, Lewis Mumford) já previam desde a década de 1960: congestionamentos, poluição sonora, poluição do ar, abandono dos espaços públicos, mortos e feridos em acidentes de trânsito.
Crescimento populacional e crescimento da frota de automóveis em Maceió.
Panaceias foram buscadas ao longo dos anos para continuar alimentando esse modelo de cidade, pautado no automóvel. Para combater a poluição do ar, a cidade de São Paulo realiza rodízio através da placa do veículo. Para tentar reduzir os congestionamentos, calçadas são diminuídas e edifícios são demolidos para alargar ruas. Viadutos, pontes e túneis são construídos, tudo para tentar dar mais espaço para os automóveis.
O que se percebe então é que, quanto mais espaço e facilidade são dados aos automóveis, mais carros entram em circulação nas ruas, congestionando-as novamente. Ainda está no imaginário popular a ideia de que, para reduzir os congestionamentos, a prefeitura deve construir mais viadutos ou alargar avenidas, tudo para alimentar a sede de espaço dos automóveis.
Como prova disso estão as obras realizadas, com total apoio e aplausos da população, pelos prefeitos que Maceió teve nos últimos 15 anos.
(1) Viaduto Ib Gatto Falcão, concluído em 2000. (2) Túnel Washington Luis, concluído em 2006.
As cidades que mais avançam no mundo já perceberam que esse modelo de cidade é insustentável. Para isso, estão investindo no transporte coletivo e em formas alternativas de deslocamento, como a bicicleta.
(1) Copenhague, Dinamarca (2) Mulhouse, França (3) Estocolmo, Suécia (4) Copenhague, Dinamarca
ONDE SURGE A BICICLETADA?
A Bicicletada é um movimento que surgiu em São Francisco, nos Estados Unidos, no início da década de 1990, com o nome de Massa Crítica (critical mass). Alastrou-se para inúmeras cidades do mundo e recebeu este nome no Brasil e em Portugal. É realizada em Maceió desde junho de 2008. A Bicicletada tenta mostrar para a população os benefícios de um outro modelo de cidade, não mais focado nos veículos, mas nas pessoas.
A ação governamental na sociedade brasileira, uma democracia representativa, está estruturada na seguinte tríade: governo, técnicos e sociedade.
Os governantes agem a partir das demandas da sociedade. A sociedade, nem sempre detentora de informação ou uma visão mais ampla dos problemas, costuma cobrar panaceias dos governantes: mais escolas, mais hospitais, mais delegacias, mais viadutos, etc. Ou seja, acreditam que o bom governante é aquele que mais realiza obras. Apenas a obra pela obra.
Os técnicos que colocam em prática as decisões dos governantes vêem-se coagidos a seguir na contramão de todo o conhecimento acumulado pela humanidade e realizar as panaceias demandadas pela sociedade (que não possui o conhecimento técnico).
Há um quarto elemento que age com certa discrição sem a percepção clara da sociedade: o poder econômico. O poder econômico das grandes corporações atua, através das propagandas, na mente das pessoas, tentando moldá-las àquilo que é de interesse da corporação. Age também sobre os governantes
Exemplos disso estão no poder exercido pela indústria automobilística no governo federal, das empreiteiras nos governos estaduais e, como afirma o jornalista Ricardo Mota, das empresas de ônibus nas prefeituras, o que ele chama de “inversão de Robin Hood”.
Ricardo Mota: http://www.youtube.com/watch?v=LDB4Jh2vShA
Este poder é exercido através do investimento que essas empresas fazem no financiamento de campanha de partidos políticos, daqueles candidatos que acreditam que, quando eleitos, realizarão os desejos de suas empresas e farão com que o dinheiro investido tenha retorno. Desta forma, conseguem manter o status quo, vendendo carros, construindo estradas e viadutos e tudo mais que possa alimentar a sociedade do automóvel.
A Bicicletada surge como um elo entre o conhecimento técnico e a sociedade. Seus participantes tentam trazer informação à sociedade para estimular um pensamento crítico que a possibilite cobrar dos governantes soluções duradouras para a Mobilidade Urbana, e não apenas obras eleitoreiras, com prazo de validade de um ou dois mandatos. Tenta libertar as pessoas da alienação das propagandas e da ilusão de que os governantes estão preocupados com o futuro.
Antes de escolher um candidato, é preciso conhecer não apenas as ideias de seu partido (que atualmente parecem não existir), mas quem está financiando sua campanha, que grupo econômico tem interesse em sua vitória e o que este grupo busca como retorno desse financiamento.
RESUMINDO...
A Bicicletada é um movimento que tenta mostrar para as pessoas que a bicicleta pode ser uma ótima solução de transporte na cidade, estando aliada a um transporte coletivo de qualidade e a uma boa infraestrutura para pedestres. Com isso, espera que a sociedade, percebendo os benefícios deste outro modelo de cidade, possa “abrir os olhos” para as “mentiras” oferecidas pelas propagandas e possa cobrar de seus governantes um novo modelo de cidade.
O ex-prefeito de Bogotá, Enrique Peñalosa, que conseguiu implantar mudanças profundas em sua cidade explica melhor:
Peñalosa: http://www.youtube.com/watch?v=ZgpsKJFerrc
Veja o exemplo da cidade de Copenhague, na Dinamarca, que quer se vender para o mundo como “a cidade das bicicletas”:
http://www.youtube.com/watch?v=HCiUT8FHio0
Para quem quiser se informar um pouco mais, sugerimos o blog Apocalipse Motorizado:
http://www.apocalipsemotorizado.net
Ou o livro homônimo:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2008/04/417242.shtml
A Bicicletada acontece em diversas cidades de diversos países. É chamada de Bicicletada aqui no Brasil e em Portugal. Caso alguém queira buscar mais informações sobre bicicletadas de outros países, basta digitar no Google: “critical mass”, nome que recebe em países de língua inglesa.
Por enquanto, é isso. Qualquer dúvida, basta escrever para esse e-mail.
Site
www.bicicletada.orgBlog
www.bicicletadademaceio.blogspot.com/Orkut
http://www.orkut.com.br/Profile.aspx?uid=5002778751421895350Comunidade::
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Ciclistas de Maceió
http://www.ciclistasdemaceio.com
Após a Bicicletada de fevereiro de 2009, quando foi instalada a 1ª bicicleta fantasma de Maceió, o grupo teve um grande crescimento. Surgiu então a sugestão de, além dos encontros mensais nas bicicletadas, utilizar os outros 3 finais de semana do mês para realizar passeios. Começamos com passeios à Bica da Pedra, à Praia do Francês, ao Lago Azul...
Além dos finais de semana, o grupo passou a realizar passeios durante a semana, sendo o destino mais comum o posto da Polícia Rodoviária Federal. Com o crescimento do grupo, achou-se por bem dividir os passeios em 3 níveis diferentes: leve (20km), moderado (40km) e pesado (>60). Desta forma, não ficaria entediante para os veteranos que já tinham um bom condicionamento físico e possibilitaria a entrada de pessoas que ainda não têm o costume de pedalar.
Atualmente, os objetivos do grupo são de incentivar as pessoas a utilizarem a bicicleta, fazê-las perder o medo de pedalar no trânsito, aprendendo a se portar com segurança, mostrar que somos capazes de percorrer a cidade de ponta a ponta com a bicicleta (apesar de algumas pessoas se espantarem quando contamos), além de trazer benefícios à saúde mental e física dos participantes, bem como ao entrosamento e à amizade entre os ciclistas de Maceió.
A média de participantes dos passeios gira em torno de 50 a 100 pessoas, diferente da bicicletada (movimento político), que muito raramente ultrapassa os 20. Isso mostra como ainda está incipiente a consciência política dos ciclistas de nossa cidade.
PASSEIOS NOTURNOS
TODA TERÇA-FEIRA - PASSEIO LEVE (20 km)
TODA QUINTA-FEIRA - PASSEIO MODERADO (40 km)
AMBOS COM CONCENTRAÇÃO A PARTIR DAS 19 h,
NO GUARANÁ 24 h (vizinho à Pizzaria Carlito),
E SAÍDA ÀS 20 h.
PASSEIOS DIURNOS
SÁBADOS, DOMINGOS E FERIADOS
consultar programação no site
:www.ciclistasdemaceio.com
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Dia Mundial Sem Carro - 22/09/2009
Em 22 de setembro de 1997 foi implantado, na França, o Dia Mundial Sem Carro. O objetivo da data é estimular na população o uso de transportes não motorizados e/ou públicos coletivos. Além é claro de alertar sobre a poluição atmosférica causada em sua maior parte pelos gases emitidos por carros individuais.
No Brasil, mais de 60 cidades aderiram ao dia mundial sem carro. No mundo, são mais de 1600. Em Maceió, o dia ainda não foi adotado, mas apelos estão sendo feitos ao poder público.
O dia 22 de setembro pretende mobilizar toda sociedade maceioense para mudar as estatísticas de acidentes de trânsito adotando alternativas de mobilidade além do carro. De janeiro a julho de 2009 já morreram cerca de 620 pessoas no transito de Maceió.
Enquanto as pessoas morrem, as ruas se congestionam, o ar fica cada vez poluído, os meios de comunicação incitam a compra de automóveis priorizando o consumo e o individualismo. Atitudes típicas de uma sociedade capitalista em um país ainda "agrário".
Em Maceió (especificamente onde se tem um dos piores índices de desenvolvimento humano (IDH) do país), aquele que não pode comprar um carro usa a bicicleta ou o transporte coletivo para se locomover. O alto preço da passagem de ônibus (que por sua vez, sempre aumenta nunca diminui) leva o trabalhador assalariado a procurar alternativas mais baratas, como o uso da bicicleta.
No entanto, essa alternativa acaba se tornando um risco à vida. Pedalar pelas ruas da cidade é uma atitude de coragem. As ciclovias são basicamente para passeios na parte baixa da cidade e não atendem àqueles que se deslocam entre outras regiões, tendo assim o ciclista como único meio pedalar junto aos automóveis. Estes, por sua vez, acreditam que as ruas os pertencem, desrespeitando aqueles que não estão dentro de um carro.
O dia 22 de setembro, mais que deixar o carro na garagem, deve ser um dia para se refletir sobre a sociedade que estamos construindo para os carros e não para as pessoas.
Para mais informações, acesse:
http://www.youtube.com/user/ciclistasdemaceio#grid/uploads
http://img59.imageshack.us/img59/6336/tribuna.jpg
http://img197.imageshack.us/img197/8959/gazetai.jpg
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http://www.ruaviva.org.br/nacidadesemmeucarro/site4.htm
http://img23.imageshack.us/img23/9128/panfletot.jpg
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15ª Bicicletada de Maceió - 29/08/2009
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Audiência Pública para tratar do Plano de Mobilidade dos Transportes Não Motorizados - 14/08/2009
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14ª Bicicletada de Maceió - 25/07/2009
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Bicicletada de Maceió comemora seu 1º aniversário
A Bicicletada é um movimento sem líderes que acontece em diversas cidades do mundo. Estima-se que mais de 300 cidades realizem suas Bicicletadas (ou Critical Mass, como é chamada em países de língua inglesa). Teve início em São Francisco, nos Estados Unidos, no começo da década de 1990. Chegou ao Brasil no início da década de 2000, em São Paulo, e logo se espalhou para outras cidades. Em Maceió, é realizada desde junho de 2008.
O movimento tem como objetivo apresentar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.
A opção das cidades em favor do automóvel foi equivocada por tratar-se de um meio de transporte altamente poluidor e destruidor do espaço urbano. Como alternativa, propõe-se a reconversão das cidades para favorecer meios sustentáveis de mobilidade, elegendo a bicicleta e os meios de transporte coletivos como expressão da sustentabilidade. Com cidades tendo um trânsito mais calmo, as pessoas tenderiam a caminhar mais, resgatando os espaços públicos e alcançando um novo conceito de qualidade de vida.
Segundo os participantes da Bicicletada, as cidades que mais avançam no mundo são aquelas que estão buscando reduzir o espaço destinado aos automóveis e devolver esses espaços às pessoas, transformando a cidade num ambiente mais agradável de viver.
Os malefícios causados pelo excessivo uso de automóveis são inúmeros e evidentes: poluição atmosférica, efeito estufa, poluição sonora, congestionamentos, doenças respiratórias, sedentarismo, irritabilidade, perda de tempo, consumo de combustíveis fósseis, acidentes e comprometimento de grande parte da renda das pessoas.
Além disso, os deslocamentos de carro degradam a relação dos indivíduos com o espaço público, transformando a rua num local indesejável de se conviver. Eles também significam um uso desproporcional das ruas, já que quase todos os carros levam apenas uma pessoa - o que é ainda mais grave em áreas densamente povoadas. O automóvel também é um meio de transporte não universalizável, já que seria impossível a existência de um carro para cada habitante do mundo.
A bicicleta, por outro lado, é uma excelente alternativa de deslocamento, sobretudo para pequenas distâncias. Leva seu condutor de porta a porta, permite a prática de uma atividade física simultânea ao deslocamento, possui um custo baixo e é minimamente afetada por engarrafamentos. Mesmo numa cidade de relevo acidentado, a atual tecnologia de marchas permite a circulação por ruas inclinadas com relativa facilidade. Muitas pessoas têm percebido isso e o número de ciclistas na cidade tem aumentado visivelmente.
Porém, a infra-estrutura para o uso da bicicleta como meio de transporte é precária. Há pouquíssimos bicicletários e paraciclos, poucas empresas dispõem de vestiários para incentivar seus funcionários a ir de bicicleta para o trabalho, as ciclovias e ciclofaixas são quase inexistentes e as que existem são pouco estratégicas.
A Bicicletada de Maceió acontece todo último sábado de cada mês. Os ciclistas se encontram a partir das 8h30, no Posto 7, e saem para pedalar às 9h. O trajeto é combinado no local entre os presentes. Ninguém é deixado para trás, já que o objetivo é ter um grupo cada vez maior.
Para participar, não é preciso pagar nada nem se inscrever. Basta aparecer na hora e local combinado com qualquer meio de transporte movido a propulsão humana: bicicleta, skate, patins, etc. Todos estão convidados! Para mais informações, acesse www.bicicletada.org ou visite a comunidade da Bicicletada de Maceió no Orkut.
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13ª Bicicletada de Maceió - 27/06/2009
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12ª Bicicletada de Maceió - 30/05/2009
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Entrega da carta aos Vereadores de Maceió - 31/03/2009
No dia 25/03, foi realizada uma reunião, no auditório do CREA-AL, com os participantes da Bicicletada de Maceió, para discutir o conteúdo da carta que seria enviada aos Vereadores de Maceió. A carta foi enviada por e-mail a todos que estão na lista de e-mails da Bicicletada de Maceió. Para que a carta estivesse em comum acordo entre os participantes da Bicicletada de Maceió, seu conteúdo foi discutido entre os presentes, algumas contribuições foram incluídas e o documento final foi aprovado. A versão aprovada na reunião do dia 25/03 foi protocolada na Câmara Municipal de Maceió, no dia 31/03, sob o número 0838/2009, em 21 volumes (para cada um dos Vereadores). Após protocolar a carta, os presentes seguiram em direção ao Auditório da UNCISAL (na Rua Pedro Monteiro), onde estão sendo realizadas as sessões da Câmara e entregaram, de forma simbólica, um volume ao presidente da casa.
A versão aprovada na reunião do dia 25/03 e protocolada na Câmara Municipal de Maceió, no dia 31/03, está disponível para download no endereço abaixo:
http://www.easy-share.com/1909393610/Carta_aos_Vereadores_25-03-09.pdf
A carta pode parecer um pouco grande (22 páginas), mas sua pretensão não é apenas de mostrar nossos anseios aos Vereadores, mas também de contribuir para um debate mais aprofundado na Câmara Municipal de Maceió, superando alguns mitos que estão no imaginário popular. Em vez de recomendarmos aos vereadores alguns livros para leitura, tentamos fazer um apanhado sobre alguns assuntos referentes à Mobilidade Urbana, para servir de embasamento em uma discussão sobre o assunto.
